terça-feira, 19 de agosto de 2008

Curso de Extensão Libras Básico II e Básico III

Objetivos:
Divulgar a Libras entre pessoas ouvintes
Propiciar conhecimentos gerais sobre a cultura surda e a Libras
Facilitar a comunicação entre pessoas surdas e ouvintes
Valorizar a cultura do surdo

Público-Alvo: VoltarProfessores, alunos e comunidade em geral.

Informações Gerais:
Data: 23 de agosto à 13 de dezembro de 2008
Local: PUCRS - Prédio 15 - Salas 208
Horário: Sábado, das 8h30min às 11h45min
Carga Horária: 60 h/a

Investimento:
Público em geral: R$ 250,00

Inscrições: Pró-Reitoria de Extensão da PUCRSAv. Ipiranga, 6681 - Prédio 40 - Sala 201Fone: (51) 3320-3680 - Fax: (51) 3320-3543E-mail: proex@pucrs.brHorário: das 8h às 20h, de segunda a sexta-feira, e aos sábados, das 8h às 12h.
Convite - Ação Educativa

A Associação Riograndense de Artes PLásticas Francisco Lisboa - Chico Lisboa convida as Escolas da Rede Municipal de Educação para visitarem a
exposição TERCEIRA IMAGEM,
da artista plástica Beth Gloeden no Espaço Cultural Chico Lisboa cuja abertura ocorrerá dia 23 de agosto, às 10h. A visitação com o acompanhamento da artista poderá ser realizada de 25 de agosto a 03 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h, à exceção dos dias 04, 18, 24 e 25 de Setembro. O horário de visitação deve ser agendado através do telefone da Associação Chico Lisboa: 3224-6678. Departamento CulturalChico Lisboa

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Fundação cadastra PPDs

A Fundação Educando está iniciando o cadastramento de Pessoas Portadoras de Deficiências (PPDs), que procuram oportunidades no mercado de trabalho. Os dados indicarão, entre outros, capacitação e área de atuação, e ficarão disponíveis em um Banco de Talentos, no site da fundação. Empresas terão acesso às informações. Para efetuar o cadastro, os interessados devem acessar www.fundacaoeducando.org. Detalhes e informações: fone (51) 3222-2339.

Fonte: CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, SEGUNDA-FEIRA, 18 DE AGOSTO DE 2008

domingo, 17 de agosto de 2008

V Congresso Brasileiro Sobre Síndrome de Down





Nos dias 24 a 27 de setembro, a Associação de Pais e Amigos de Pessoas com Síndrome de Down (APSDown), em parceria com a Associação Reviver Down de Curitiba e com o apoio da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, reunirá especialistas, profissionais e familiares no V Congresso Brasileiro sobre Síndrome de Down, a ser realizado no Centro de Exposições e Eventos de Londrina ( http://www.ceel.com.br/home.aspx ), no Paraná.
O evento que tem como objetivo promover a autonomia e a inclusão social das pessoas com Síndrome de Down e a conseqüente superação do preconceito e da discriminação ainda existentes, propõe como tema esse ano a “Síndrome de Down em busca da Autonomia”, a fim de discutir e analisar o caminho para a autonomia das pessoas portadoras.
Durante o congresso serão realizadas todas as manhãs mini-cursos de variadas áreas de conhecimento, e no período da tarde, palestras no auditório maior. A grade de profissionais contará com palestrantes de prestígio nacional e internacional, que participarão de debates em mesas- redondas divididas por temas e faixa etária, cujo intuito é de atender todos os interessados. E para finalizar, apresentações culturais diárias com a participação de grupos com Síndrome de Down e outras deficiências.
O Congresso pretende fazer um balanço sobre os avanços, impasses e realizações, observados a partir das organizações não governamentais. E o evento acontecerá em conjunto com o II Encontro de Irmãos, aonde os filhos terão atividades diferentes de arte e jogos.
Mais informações no site:
http://afadportoalegre.org.br/
congresso@apsdown.com.br

Perfil Jairo Marques




Jairo Marques, 33, atuou como repórter da Folha durante sete anos participando das mais diversas coberturas pelo país. Ingressou no jornal por meio do programa de treinamento da 27ª turma, em 1999, meses após se formar em jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Depois de várias andanças pelo Brasil e conhecendo realidades de vida distintas, resolveu fazer pós-graduação em Jornalismo Social na PUC-SP. Atualmente, é chefe de reportagem da Agência Folha, coordenando a produção da equipe de correspondentes nacionais do jornais e mais um grupo de repórteres na sede, em São Paulo. Nasceu em Três Lagoas (MS). É cadeirante desde a infância.
E-mail: jmarques@folhasp.com.br


O Jairo tem um blog que é hilário. Quer dizer, hilário é a forma como ele escreve sobre as situações vividas por ele e pelas pessoas com alguma deficência. Tem muita informação legal, e é muito divertido. Boas risadas garantidas.

http://assimcomovoce.folha.blog.uol.com.br


Abaixo uma historinha bem cômica, narrada por ele, mas que dá um toque legal em quem não se toca.



Um lugar chamado... elevador



Responde com “sinceridadchi” pro tio: Você tem tara por elevador? É daquelas pessoas que não anda em uma escala rolante, nem sobe alguns degraus mesmo com um decreto do Lula? Tem fetiche, né? Lugar fechadinho, cheio de ‘butão’ pra “modi” apertar....


Eu não tenho dúvida que 90% da população brasileira adora um elevador. Isso porque, como cadeirante, é uma luta conseguir espaço dentro de um, sobretudo em shoppings, prédios públicos e grandes lojas.


“Sobe?”... “Você tá subindo, benhê? (não tô aqui vendo os números se acenderem) Espera ai que eu já volto que agora tá lotado. Fica quietinho ai.... Ainda tá lotado. Espera que eu já volto”. Esse diálogo insólito com ascensoristas eu já tive diversas vezes.


“Chega mais pro cantinho pra caber a cadeirinha dele, senhor. Iiiiissso, issso. Cola mais o ‘carrinho’ dele ali na parede que dá. Aí, agora dá.. num deu, num deu... espreme mais. Empurra. A senhora pode 'dismagrecê' a barriga pra dar mais espaço?”. Na hora desses sufocos, eu sempre desisto e saio do elevador. Num dá, né?



Eu acho que deveria haver uma lei que determinasse que elevadores em lugares de grande movimento e com outras opções de acesso, como escadas rolantes, deveriam ser exclusivos pra deficientes, gestantes, pessoas conduzindo carrinhos de bebê, idosos e pessoas com mobilidade reduzida momentânea (com uma perna quebrada, por exemplo).


E não adianta que as pessoas não se tocam nunca que eu não tenho outra maneira para acessar os andares superiores ou inferiores. Se tá lotado e eu quero entrar, é muito raro que alguém desça e ceda o lugar. Fica todo mundo com aquela cara de paisagem ou disfarçando que não está vendo que alguém que não tem outra opção de acesso precisa entrar no treco.


Já cheguei a esperar 15 minutos para conseguir pegar um elevador. As soluções, às vezes, são “bizonhas”. “O senhor tá subindo? Olha, então é melhor você descer agora comigo até o último subsolo porque quando eu voltar vai ta chapado de gente e não vai conseguir entrar, viu”.


Povo, ceda a sua vez para quem realmente precisa desse veículo, vai. Tenho certeza que é mais rápido esperar por outro elevador do que esperar por um ônibus adaptado nos pontos de São Paulo.


Vencido o desafio de entrar no caixote de aço, a batalha da gente da Matrix ainda não está totalmente vencida. Quando não conseguimos entrar no elevador vazio ou ser um dos primeiros a entrar, quem é cadeirante ter que ir... de costas pra porta!!!! Gente, é demais. Todo mundo de frente pra saída e eu de costas. Imaginou a cena?


E tem mais, quando o "veículo" vai lotado, tem sempre alguém que se acha no direito de se escorar na cadeira, como se fosse assim, um balcão de bar, manja?


Aqui na Folha isso acontece direto na hora do almoço, quando o rush nos elevadores é forte. Pela manhã, é bem mais tranqüilo na chegada. Afinal, eu entro super cedo pra passar o cafezinho do pessoal que trabalha mesmo, né? Aí, geralmente, só tem eu e alguma das meninas do 10º andar, onde fica o “telemarqueti”.


O que é sensacional é que, depois do blog, toooodas me conhecem e fazem assim: “Bom dia, Jairo, tudo bem?” e dão uma risadinha. Puxa, eu num sei o nome de ninguém é gente demais! Mas, elas, gentilmente, apertam o botão do 4º andar pra mim, onde fica a redação e dizem que tão curtindo o “Assim como você”.



Ainda tenho muito pra falar de elevador e deficientes. Tem aqueles “exclusivos” do metrô, já viram? Você aperta um botão para se comunicar com o operador que, raramente, tá na cabine? E tem aqueles que são abertos, que só cabem mesmo a cadeira. Eu me sinto a verdadeira rainha da Inglaterra neles. Mas isso eu conto "pro6" depois!

Escrito por Jairo Marques às 22h40

Azul - Síndrome de Down


Vídeo: Instituto MetaSocial.

Descrição Textual das Imagens para Pessoas com Deficiência Visual.

O vídeo mostra uma menina com Down e cor de pele azul, andando por locais comuns como rua, entrando num elevador e as pessoas olhando para ela com um olhar interrogativo. Durante este "passeio" ela vai mudando de cor, e o vídeo demonstra uma tentativa de adaptação, ajuste na sociedade. Até a cena chegar numa sala de aula vazia, com a menina sentada e alternando as cores. Neste momento a sala de aula vai se enchendo de diferentes alunos e ela chega a uma cor de pele clara. A cena muda para ela e uma amiga sem Down, andando e conversando na rua e o vídeo finalizando, pontuando que estamos avançando e que sua aceitação é uma questão de tempo.


Descrição Textual do Som para Pessoas com Deficiência Auditiva.
(Monólogo em Off)

"No começo eu era azul, uma cor legal, positiva. Mas, todo mundo achava estranho. Aí eu resolvi mudar. Fui direto pro vermelho, tipo... queimadona de sol. Mas todos continuavam me olhando diferente. Tentei algumas variações, até chegar a essa cor básica. E agora, ninguém me acha assim tão diferente... Quer dizer, tem gente que ainda acha,
mas é só uma questão de tempo!"

Comercial da Natura - Um anúncio pra todos

Parabéns à empresa Natura por veicular o primeiro anúncio com audiodescrição na televisão brasileira. Esta é uma técnica de acessibilidade que, através da descrição de imagens, permite que possamos ouvir aquilo que normalmente só pode ser visto.
O comercial, sobre a linha Natura Naturé para crianças, foi criado pela Peralta Strawberry Frog, com a audiodescrição da Iguale Comunicação de Acessibilidade, sob o comando de seu diretor, Maurício Santana. Dessa forma, queremos estender a todos os nossos parabéns, especialmente a Maurício Santana, responsável pela audiodescrição, que nos permite entender perfeitamente toda história passada no comercial.
Quem quiser ouvir a audiodescrição na televisão é necessário acionar a tecla SAP que, em alguns controles remotos, chama-se também MTS. Esse vídeo aqui é idêntico ao que está passando na televisão nesse período.
A empresa Natura apostou que sejamos consumidores de seus produtos e, se já éramos, agora teremos ainda maior prazer em ser, em consideração à marca de qualidade que respeita nossa cidadania!
Postado no site http://www.bengalalegal.com/

Aprender com as Diferenças

Audiodescrição – recurso de acessibilidade para a inclusão cultural das pessoas com deficiência visual.

A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que permite que as pessoas com deficiência visual possam assistir e entender melhor filmes, peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas e outros, ouvindo o que pode ser visto. É a arte de transformar aquilo que é visto no que é ouvido, o que abre muitas janelas para o mundo para as pessoas com deficiência visual. Com este recurso, é possível conhecer cenários, figurinos, expressões faciais, linguagem corporal, entrada e saída de personagens de cena, bem como outros tipos de ação, utilizados em televisão, cinema, teatro, museus e exposições.
Desta forma, as pessoas com deficiência visual poderão freqüentar sessões de cinema, ir ao teatro e a outros espetáculos, visitar museus, exposições e mostras, atividades que, geralmente, não fazem parte do cotidiano destas pessoas; em primeiro lugar porque são artes que exploram os recursos visuais tanto na cenografia como na caracterização dos personagens e da época. Em segundo, porque a sociedade, em geral, impede o acesso das pessoas com deficiência a determinados espaços, confinando-os a conviver com seus pares, em espaços especialmente destinados a eles, como as escolas especiais. Ainda é pequeno o número de ações que visam possibilitar o acesso das pessoas com deficiência a todas as atividades da vida diária, incluindo aqui as atividades sociais e culturais.
A audiodescrição traz a formalidade para algo que era, anteriormente, feito informalmente, graças à sensibilidade e boa vontade de alguns. Isso acontece e acontecia quando as pessoas com deficiência visual, mais curiosas, começavam a fazer perguntas, tirar dúvidas, durante o filme, peças de teatro e outros tipos de espetáculo. Entretanto, nem todas as pessoas que os acompanham estão preparadas para prestar esse tipo de serviço, e, além disso, essas pessoas também querem assistir o filme ou espetáculo e, ter que dar informações adicionais, pode fazer com que a pessoa perca o fio da meada, deixe de entender determinadas coisas e cenas. Como uma atividade formal, ligada às artes visuais e ao entretenimento, entretanto, é algo bem mais recente, tendo início nos anos 80 nos Estados Unidos e Inglaterra.
Nos Estados Unidos, teve início em 1981, em Washington DC, no Arena Stage Theater, como resultado do trabalho de Margaret e Cody Pfanstiehl. Eles fundaram um serviço de audiodescrição que promoveu a descrição de peças de teatro e até o final dos anos 80, mas de 50 casas de espetáculo já tinham em sua programação algumas apresentações com descrição.
Na Inglaterra, essa prática data também dos anos 80, tendo início em um pequeno teatro chamado Robin Hood, em Averham, Nottinghamshire, onde as primeiras peças foram narradas. Um dos mantenedores do teatro, Norman King, ficou tão impressionado com os benefícios das descrições, que incentivou a Companhia de Teatro Real de Windsor a introduzir esse serviço em uma abrangência maior. Instalaram, então, o equipamento para a transmissão simultânea para a audiência no Teatro Real, em fevereiro de 1988, com a peça “Stepping Out”. Hoje, há 40 teatros no Reino Unido que oferecem, regularmente, apresentações com audiodescrição. É o país líder nesse setor, seguido pela França, com 5 teatros.
No Brasil, a primeira peça comercial a contar com o recurso de audiodescrição foi “O Andaime”, no Teatro Vivo, no início deste ano. A segunda peça com audiodescrição, “A Graça da Vida”, estreiou nesta sexta feira, dia 29/06, no mesmo teatro. O teatro dispõe de aparelhos de tradução simultânea e a audiodescrição é feita pelos voluntários do Instituto Vivo. O projeto de inclusão cultural que deu origem a este trabalho foi elaborado pelo Grupo Terra, cujo objetivo é a inclusão social das pessoas com deficiência visual, pelo contato com a natureza.
Também o cinema vem se beneficiando com a audiodescrição, em vários países europeus. No Reino Unido, Chapter Arts Center, em Cardiff, foi o primeiro a fazer uso do recurso com tradutores ao vivo. Na França, a Fundação Valentin Haüy também começou a oferecer esses serviços. Na Europa e nos Estados Unidos, já são muitos os filmes que contam com o recurso.
No Brasil, o primeiro e único filme, no circuito comercial, com audiodescrição é “Irmãos de Fé”, do Padre Marcelo, feito em 2005. Outras iniciativas têm sido feitas, como o Clube do Silêncio, em Porto Alegre, que produziu alguns filmes curta-metragem com audiodescrição. Alguns pesquisadores, como a prof. Eliana Franco, da Bahia, e prof. Francisco Lima, de Pernambuco, têm feito trabalhos importantes sobre a audiodescrição, sendo que a primeira com filmes e o segundo com mapas e recursos didáticos.
Na televisão, o primeiro episódio envolvendo a audiodescrição aconteceu em 1983, na rede japonesa NTV. Essas descrições aconteciam e continuam acontecendo regularmente em alguns programas e são ouvidas por todos os telespectadores, o que acaba sendo um problema, principalmente nos horários de pico, porque nem todos querem ouvir essa informação adicional. Nos anos 80, algumas experiências também foram feitas na Espanha, mas foi nos Estados Unidos que a audiodescrição decolou com programação produzida desde 1990 pela Media Access Group, o Descriptive Video Service. Esse serviço é patrocinado por doações e fundações, produzindo cerca de 6 a 10 horas de programação com audiodescrição por semana, que fica disponível em 50% das residências nos Estados Unidos. Estas transmissões são possíveis devido à presença de um canal secundário de áudio, a tecla SAP (secondary audio programme).
A evolução da televisão digital e outras tecnologias do gênero mudarão o modo como as pessoas irão acessar a informação. À medida que as tecnologias vão abrindo novas portas, outras poderão se fechar para as pessoas cegas e com baixa visão, caso não sejam dados passos que assegurem meios alternativos de navegação e a acessibilidade nesse novo ambiente. A figura do do telespectador passivo está fadada a desaparecer. Em breve a televisão disponibilizará serviços interativos, educacionais, comerciais, e de entretenimento para lares, salas de aula, locais de trabalho e a acessibilidade para todos é um fator que precisa ser levado em consideração.
Os audiodescritores precisam de um curso de formação específico sobre o recurso que contemple informações sobre a deficiência visual, definição, histórico e princípios da audiodescrição, noções de sumarização e, principalmente, atividades práticas. Precisam, também, assistir a peça, filme ou espetáculo, algumas vezes, antes de fazer a audiodescrição, para se familiarizar com o tema, personagens, figurino, vocabulário específico, autor e cenários. Outro aspecto importante é a elaboração de script para audiodescrição, um roteiro com tudo o que será inserido entre os diálogos, que, no teatro, costuma ser aprovado pelo diretor da peça, o qual verifica a coerência e fidelidade ao tema e linguagem da obra. As informações sobre as cenas não podem expressar opiniões pessoais do audiodescritor. É, portanto, um trabalho minucioso que exige tempo, dedicação, objetividade e, acima de tudo, preparação. O feedback das pessoas com deficiência visual que já experimentaram o recurso comprova a sua utilidade e eficácia – há um aumento significativo do entedimento, o que contribui para a inclusão social e cultural destas pessoas, ampliando, e muito, suas opções de lazer e cultura.


Lívia Maria Villela de Mello Motta Tem mestrado em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo com foco na formação reflexiva de professores de inglês. Doutorado em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo com trabalho sobre o ensino-aprendizagem de inglês para alunos cegos e com baixa visão. Tem experiência na área de formação de professores e coordenadores, atuando principalmente com os seguintes temas: ensino-aprendizagem, ensino-aprendizagem de inglês, inclusão escolar, inclusão cultural e inclusão no mercado de trabalho de pessoas com deficiência. Trabalha no Instituto Paradigma como consultora na área de inclusão educacional, econômica e cultural.

REFERÊNCIAS
CLARK, J. Accessibility options for blind and visually-impaired subscribers. 2002. Media Access. Toronto. Disponível em:
http://joeclark.org/access/resources/understanding.html
FRANCO, E. P. C. Legenda e áudio-descrição na televisão garantem acessibilidade a deficientes. Cienc. Cult. [online]. Jan./Mar. 2006, vol.58, no.1 p.12-13.Disponível em: http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009-
NAVARRETE, J. Seminario sobre Medios de Comunicación sin Barreras: Sistema Audesk: el fin de los susurros. 2005 - Universidad Cardenal Herrera-CEU. Facultad de Ciencias Sociales y Jurídicas. Valencia. ES.
SNYDER, J. Audiodescription: access for all. In Disability World. Issue no. 25 September-November 2004. Disponível em:
http://www.disabilityworld.org/09-

R de respeito


http://stopsayingretard.wordpress.com/

Tradução e descrição (por Patrícia Almeida da Inclusive)


Música suave de fundo em violão
(Foto de pequena menina com síndrome de Down)

Texto - Quando você pode me chamar bonita
(Foto de moça jovem e homem em estudio de rádio)

Texto - Quando você pode me chamar colega
(Foto de menino com síndrome de Down tocando gaita)

Texto - Quando você pode me chamar músico
(Foto de menino com síndrome de Down jogando baseball)

Texto - Quando você pode me chamar de companheiro de time
(Foto de mulher com adolescente com síndrome de Down)

Texto - Quando você pode me chamar de amiga
(Foto de menina com síndrome de Down sorrindo, de óculos e trancinha)

Texto - Por que…
(Foto de homem negro com síndrome de Down sorrindo)

Texto - … você …
(Foto de duas meninas, uma com síndrome de Down, outra sem, com roupa de animadora de torcida)

Texto - … jamais…
(Foto de homem sentado num palco acompanhando um show de rock)

Texto - …me chamaria…
(Foto de rapaz negro com síndrome de Down soprando bolhas de sabão)

Texto - … de outra coisa…
(Foto de rapaz e moça sorrindo)

Texto - … qualquer.
(Em fundo preto, letras grandes azuis)

Texto - Pessoas com deficiência intelectual…
Texto - … merecem apenas uma palavra que começa com R.
Texto - Respeito.

(Volume da música vai diminuindo)


sábado, 16 de agosto de 2008

11ª Semana Municipal da Pessoa com Deficiência
Tema: “Inclusão: Ação!”

No momento em que o Brasil ratificou a Convenção da ONU, sobre os Direitos das pessoas com deficiência e que Porto Alegre aderiu ao Compromisso Nacional previsto no Decreto 6.215/07, disponibilizando-se a trabalhar na eliminação de barreiras físicas, de comunicação e de atitudes, necessitamos avançar neste processo. As leis estão postas e faz-se necessário que “saiam do papel” e sejam efetivadas como políticas públicas que atendam à demanda social deste segmento da população.
A XI Semana Municipal das Pessoas com Deficiência de Porto Alegre, além de propor atividades culturais, artísticas e desportivas, traz o tema “Inclusão: ação!” para que possamos trabalhar numa perspectiva que traga mudanças efetivas no processo de inclusão das pessoas com deficiência em todos os espaços de nossa cidade.
Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Quinta, 21
Abertura da Semana e da II Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa com DeficiênciaAuditório do Ministério PúblicoAv. Aureliano de Figueiredo Pinto, 80 – Bairro Praia de BelasPorto Alegre – RS
Programação:
8h30min – Credenciamento
9h30min – Abertura oficialApresentação da Violinista Florença Sanfelice 10h – Leitura e aprovação do Regimento Interno da II Conferência10h40min às 11h10min – Palestra Magna com enfoque na temática Inclusão Participação e Desenvolvimento: Um Novo Jeito de Avançar – Representante do Conade.
11h10min – Mesa redonda com debate sobre os eixos temáticos:I – Saúde e Reabilitação Profissional – Scheila Ernestina LimaII – Educação e Trabalho – Martinha Clarete Dutra dos Santos Coordenadora Geral de Articulação no Sistema de Ensino MEC– Brasília e Ana Maria Machado da Costa Auditora Fiscal do Trabalho da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE-RS) III – Acessibilidade – Atenante Normamm – Mestre em Ergonomia12h30min –
Encerramento Intervalo 14h às 17h30min – Trabalho em grupo: eixos temáticos17h30min – Entrega das propostas pelo Relator do grupo para sistematização
19h às 22h – Festa de
ConfraternizaçãoCTG Estância da AzenhaRua Aureliano de Figueiredo Pinto, 155 – Porto Alegre – RS
Baile de máscaras da Escola Recanto da Alegria (Escola Estadual de Educação Especial)
14h às 17h30 min Sociedade Gondoleiros – Rua Santos Dumont, 1147Bairro São Geraldo – Porto Alegre – RSFone: (51) 3332.2353Ingressos a R$ 2. A atividade é aberta a PcD e público interessado. Está prevista venda de lanches e refrigerantes. Escola pede confirmação antecipada de participação, pelo fone (51) 3341-3210.
Mário Quintana em BraileExposição com obras do poeta Mario Quintana transpostas para o sistema braile de leituraHall da Biblioteca Pública do Estado – Casa de Cultura Mario QuintanaRua dos Andradas, 736Fone: (51) 3221-7147Visitação das 9h às 19h, até o dia 24/08, domingo
Sexta, 22
Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa com DeficiênciaAuditório do Ministério PúblicoAv. Aureliano de Figueiredo Pinto, 80 – Praia de Belas
8h às 12h – Leitura a apreciação das propostas encaminhadas pelos grupos de trabalho
14h às 17h30min – Eleição dos Delegados à II Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência e homologação das nominatas dos delegados titulares e suplentes.
Sábado, 23
14h – Atividades esportivas – Jogos de Futsal (atletas com deficiência visual), Basquete e Esgrima de cadeirantesLocal: Ginásio do Parque Ararigbóia Rua Saicã, nº 6 – Bairro Jardim Botânico Fone: (51) 3338-3304
Início da Exposição de trabalhos artísticos de escolas municipais de Educação Especial e entidades de atendimento a PcDUsina do Gasômetro Av. Pres. João Goulart, 551 – TérreoFone: (51) 3289-8100Das 9h às 21h – dias 23, 24, e de 26 a 28/08
Segunda, 25
9h30min – Lançamento da edição Braille da Cartilha de Educação Ambiental da Secretaria Municipal do Meio AmbienteParque Marechal Mascarenhas de Moraes (Rua Aloísio Filho, 570, bairro Humaitá)Na ocasião, será instalada uma trilha orientada para deficientes visuais, com atividades de sensibilização para estimular a percepção do meio ambiente através dos demais sentidos, sob coordenação da Equipe de Educação Ambiental da Smam. A cartilha foi idealizada para ser utilizada em sala de aula e traz informações sobre a importância da preservação do meio ambiente, abordando aspectos como flora, fauna, água, ar, resíduos, coleta seletiva, espécies em extinção, arborização urbana, efeito estufa, saúde ambiental e animais domésticos.
Apresentação do Sistema Integrado de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Siiped)
Das 14h às 18h– Apresentação a entidades do Sistema Integrado de Inclusão da Pessoa com Deficiência – Apresentações culturais de alunos de escolas municipais e crianças atendidas pela Apae– Exibição de vídeos institucionaisLocal: Auditório do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo Rua dos Andradas, 1223 – Centro – Porto Alegre – RSFone: (51) 3226-7974
Terça, 26
Das 13h30 às 17h – VII Festival Esportivo e Recreativo para Pessoas com Deficiência (PCD) Parque Alim Pedro Av. dos Industriários, esquina Arroio do Meio – Bairro IAPI Porto Alegre – RS Fone: (51) 3362-5923Ônibus Brincalhão, Infláveis (tobogã, Balão), cama elástica, piscina de bolinhas, massa de modelar, pintura, jogos de montar.
Teatro DMAEBombeiros , cinoterapia e passeio a cavalo.Oficina de DançaPersonagens Temáticos Atividades esportivas de voleibol, futebol, arremessos.Plantio de árvore do Evento. Pintura coletiva da tela “As cores da inclusão”

Quarta, 27
19h – Ciclo de Debates Inclusão Escolar: Práticas e TeoriasTema do dia: Desafios do processo de inclusão escolar: educação infantil e educação de jovens e adultosInscrições preferencialmente pelo mail: ciclodedebatesinclusaoescolar@gmail.com Informações Fone: (51) 3220-4265 ou 3220-4263
Programação:19h – Abertura19h15min – Relato de experiências19h45 – Reflexão teórica20h30min às 22h – Debates
Local: Plenário Otávio RochaAvenida Loureiro da Silva, 255Realização: Comissão de Educação da Câmara Municipal com Apoio do Fórum pela Inclusão Escolar
Sexta, 29
– Atividade extra21h – Jantar Dançante Beneficente da APAESalão principal da sede da AABBAvenida Coronel Marcos, 1000 – IpanemaInformações pelo Fone: (51) 3224-4645
Assinaturas:Realização: Secretaria Especial de Acessibilidade e Inclusão Social e Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com DeficiênciaApoio: Faders, Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência e CEEE

http://www.portaldeacessibilidade.rs.gov.br/portal/index.php?id=servico&cat=10&cod=54
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terça-feira, 12 de agosto de 2008


A ESCOLA MUNICIPAL ESPECIAL "ELYSEU PAGLIOLI" COMPLETA 20 ANOS

A Escola Municipal Especial de Ensino Fundamental Prof. Elyseu Paglioli, foi a primeira das quatro escolas da cidade de Porto Alegre.
O CEDI- Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil e o CEREPAL são parceiros na organização de uma atividade de estudos sobre Adequação Postural.
Data: 19/08/2008
Hora: das 18h às 20h
Local: CEREPAL - Centro de Reabilitação de Porto Alegre Rua Brigadeiro Oliveira Neri, 100 a 115. Bairro: IAPI - Porto Alegre, RS

No evento a terapeuta ocupacional Barbel Hauber--Wheeler da Califórnia coordenará um estudo de caso e procederá a personalização de uma cadeira Profiler - Convaid em um usuário, que receberá a cadeira como doação. Haverá tradução simultânea e os participantes poderão tirar dúvidas sobre o tema num momento destinado à perguntas e respostas.
Para fazer a inscrição basta ligar para o CEDI (51) 3026 4026 e deixar seus dados com a secretária Michele.Inscrição até sexta feira dia 15/08/08Confirmação de inscrição dia 18/08/08
Contamos com a sua presença e colocamo-nos a disposição para esclarecimento. Rita BerschDireção do CEDI

sábado, 9 de agosto de 2008

Espaço Lavradio
Saúde - Arte - Educação


convida

...Espaço de Pensar:
aproximando professores e terapeutas


O Espaço Lavradio é um centro que busca congregar diversos profissionais ligados às áreas da saúde, arte e educação. Buscando aproximar a comunidade que atua nessas aéreas, estamos promovendo até o final desse ano um ciclo de palestras direcionados, principalmente, a professores e estudantes ligados a área escolar.

Sempre na última segunda-feira de cada mês, os encontros contarão com a presença de profissionais das áreas da saúde e/ou educação.

Contamos com sua presença para enriquecer ainda mais os encontros!

PROGRAMA DO DIA 25/08:

Temática:
'Construindo vínculos e compreendendo as resistências'

Palestrantes:
Morgana Martins Grudzinski
Psicopedagoga especialista em Transtornos do Desenvolvimento pelo Centro Lydia Coriat, atua nas áreas de Psicopedagogia Clínica e Inicial, Professora de Educação Infantil, associada da ABPp-RS.

Luís Henrique Rolim
Mestre em Ciências do Movimento Humano e Especialista em Psicomotricidade; possui experiência como professor de Educação Física em Escolas de Educação Infantil, atua como psicomotricista no Espaço Lavradio e em cursos de pós-graduação em psicomotricidade.

Relembrando:
O que: Ciclo de palestras
Quando: 25/08 (segunda-feira)Horário: 19 às 21h e 30min
Local: Espaço Lavradio (Rua Lavradio, 64)Investimento: R$ 10,00

Confirme logo sua presença por e-mail espacolavradio@gmail.com ou pelo telefone 3208.1328. As vagas são limitadas!

Espaço Lavradio
Rua Lavradio, 64. Petrópolis
(em frente ao parque Ararigbóia, próx. Col. Sta Inês)

Maiores informações pelos fones: 3208 1328 e 9331 3453