domingo, 12 de outubro de 2008

http://br.youtube.com/watch?v=zwwMPp0nxmk

Ciclo debate ações voltadas para a educação especial

A Comissão de Educação, Cultura e Esportes (Cece) da Câmara Municipal de Porto Alegre promoveu, na noite de quarta-feira (17/9), no Plenário Otávio Rocha, o Ciclo de Debates - Desafios do Processo de Inclusão Escolar: Assessorias. Coordenado pela presidente da Cece, Sofia Cavedon (PT), o evento reuniu representantes da Secretaria Municipal da Educação (Smed), diretores, professores, funcionários e familiares de alunos das escolas especiais.A professora Viviane Loss, da área de educação especial da Smed, disse que a equipe de assessoria está consolidada dentro da secretaria e tem construído suas políticas públicas em parceria com as escolas, os professores e parentes dos alunos. Viviane afirmou que a assessoria em educação especial precisa trabalhar articulada com outras secretarias do município para uma ação multidisciplinar. Também informou que a Smed está inaugurando vídeos institucionais que destacam a importância da inclusão de alunos especiais a partir de um atendimento de qualidade nas escolas.
A psicóloga Mara Lago, integrante da assessoria em educação especial da Smed, listou desafios a serem enfrentados pela secretaria. Segundo ela, as quatro escolas especiais da rede municipal não dão conta da grande demanda crescente. Mara também citou como meta o entrosamento de uma rede multidisciplinar, que envolve saúde, justiça, assistência social e famílias. Conforme a psicóloga, há dificuldade ainda na falta de acessibilidade em muitas escolas especiais e regulares, problema que depende de recursos. Outro desafio é o crescente número de casos de transtorno de conduta, que têm solicitado a intervenção dos especialistas das assessorias de educação especial. A assessoria da Smed nessa área, de acordo com Mara, dá-se, basicamente, pelo acompanhamento multidisciplinar e com a realização de reuniões mensais com professores, funcionários e familiares de alunos.A vice-diretora da Escola Estadual Especial Cristo Redentor, Carla Under, defendeu a existência das escolas especiais como fundamentais para a inclusão de crianças e adolescentes com necessidades especiais. "A escola especial é inclusiva", disse. Segundo ela, muitos alunos que estavam à margem da sociedade, em clínicas, sem escolaridade, têm a oportunidade de crescer em uma escola especial. Porém, ressaltou Carla, é preciso respeitar o direito das famílias de decidirem se querem matricular seus filhos em uma escola regular ou especial. "O importante é que os alunos se sintam acolhidos, com qualidade", disse. Carla lembrou que a escola especial do passado é muito diferente da atual, pois adota propostas pedagógicas que favorecem as trocas e a cooperação entre alunos e tem currículos adaptados.
Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)
Fonte: site da Smed

INCLUSÃO NO MUNDO





Participando de mostras culturais, atividades esportivas e sociais alunos com necessidades educacionais especiais percebem suas possibilidades de inserção no mundo globalizado e se mostram alheios ao olhar curioso dos transeuntes. Mostram-se integrados, apreciam, emitem opiniões e recriam à partir das propostas criadas por artístas e/ou atletas, porém o olhar pedagógico especializado continua sendo necessário, pois é ele que detecta e instiga a possibilidade de cada um. É ela que acredida e faz todo entorno acreditar que é possível fazer e ser diferente.
Rejane Guariglia da Silva
Psicopedagoga

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Escolas recebem inscrições para Educação Infantil

Interessados em vagas em escolas municipais de Educação Infantil, que garantem atendimento a crianças com idade até cinco anos e 11 meses (completos até 28 fevereiro de 2009), devem providenciar inscrições a partir de hoje, 6, até o dia 22, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 19h, na instituição desejada. Nas 24 escolas de Ensino Fundamental que oferecem Educação Infantil, a inscrição será das 8h às 17h30. Para inscrição, é preciso comprovante de residência, contra-cheque do pai e da mãe e certidão de nascimento do futuro aluno. A distribuição das vagas obedecerá aos seguintes critérios: crianças em situação de risco, baixa renda per capita familiar e proximidade entre residência do interessado na vaga e a escola desejada. Caso os responsáveis pela criança não tenham comprovante de renda, a escola fornecerá um modelo de declaração como autônomo.
A rede municipal de ensino possui 33 escolas de educação infantil e sete Jardins de Praça. A falta de documentação não impede a inscrição e matrícula. Caso a criança não tenha documentos, a família será orientada pela escola a procurar o Conselho Tutelar ou o Módulo de Assistência Social da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc) para que sejam providenciados. Seleção - Uma comissão organizada em cada escola, composta por representantes dos diferentes segmentos (pais e representantes da comunidade), é responsável pela implementação e acompanhamento do processo de seleção dos candidatos.
Até 9 de dezembro, as escolas deverão ter divulgado a lista das crianças contempladas com as vagas suplentes e efetivado as matrículas. O ingresso nas escolas de Educação Infantil da rede municipal de ensino pode ocorrer em qualquer época do ano, respeitando o processo de inscrição e seleção. Conforme a coordenadora do Território de Educação Infantil na Secretaria Municipal de Educação (Smed), Fernanda Schumacher de Matos, um dos diferenciais do trabalho da rede municipal é a garantia de um atendimento que leva em consideração as individualidades, sem perder a relação com a comunidade e a participação da família. "Queremos ampliar as potencialidades da criança por meio do contato com as diferentes linguagens e expressões dos saberes na infância", afirma.
Mais informações pelo telefone (51) 3289-1816 , em horário comercial.PMPA03/10/2008
Foto: Divulgação / PMPA Tio Barnabé recebe inscrições de interessados em garantir vaga para o ano que vem.

EDUCAÇÃO Escola Tio Barnabé prepara inscrições para vagas A Escola Municipal de Educação Infantil Tio Barnabé, que atende filhos de funcionários da prefeitura, receberá inscrições de interessados em garantir vaga para o ano que vem. A diretora da escola, Cindi Sandri, ressalta que, para concorrer à vaga, a criança deverá ter de quatro meses a cinco anos e 11 meses completos até 28 de fevereiro de 2009. As inscrições poderão ser feitas entre os dias 06 e 22, das 7h30 às 17h30.Servidores interessados em realizar a inscrição devem comparecer à instituição de ensino, inclusive ao meio-dia, com cópias originais do contracheque, do comprovante de residência e da certidão de nascimento da criança. A escola fica na Rua Otto Ernest Meyer, 55, Cidade Baixa.A Tio Barnabé atende 125 crianças, em seis turmas, desde o Berçário 1 até o Jardim B, em turno integral, das 7h às 19h. Cindi destaca que a inscrição não garante vaga. “Será realizado um processo de seleção, com a participação dos interessados nas vagas, para definir quem serão os contemplados”, avisa a diretora, adiantando que a renda familiar é preponderante na ordem de preenchimento de vagas. A Escola Municipal de Educação Infantil Tio Barnabé completará 22 anos de existência em 27 de março de 2009. Mais informações pelo telefone 3227 4591. Site:http://www2.portoalegre.rs.gov.br/smed/

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

PROJETOS PSICOSSOCIAIS: TEMPO LIVRE,


Grupo de Pesquisas em Psicologia Comunitária

CURSO DE EXTENSÃO:
Período: 20 a 24 de outubro
Horário: 19h30min às 22h30min
Local: UFRGS – Instituto de Psicologia
Rua Ramiro Barcelos, 2600, sala 202

COORDENAÇÃO, MINISTRANTES E PROFISSIONAIS CONVIDADOS
Coordenador do Curso
Jorge Castellá Sarriera
Doutor em Psicologia Social. Pós-doutor em Técnicas Estatísticas Multivariadas e em Psicologia Comunitária. Professor adjunto do Instituto de Psicologia da UFRGS e Coordenador do Grupo de Pesquisas em Psicologia Comunitária nesta Universidade.
Ministrantes
Anelise Lopes Rodrigues
Psicóloga. Mestre em Psicologia Social e da Personalidade. Consultora e Pesquisadora em Psicologia Sócio-Desportiva, com atuação em diversos projetos sociais de educação através do esporte, dentre os quais: Fundação Jackie Silva – RJ; Projeto Bom de Bola, Bom na Escola – RJ; Fundação Tênis – RS.
Ângela Carina Paradiso
Psicóloga. Mestre em Psicologia. Possui experiência nas áreas de psicologia clínica, orientação profissional e de carreira. É docente em cursos extensão e especialização em orientação profissional.
Profissionais Convidados:
Nelson Schneider Todt
Doutor em Educação. Mestre em Ciências do Movimento Humano. Professor da PUCRS e Coordenador do Grupo de Pesquisas em Estudos Olímpicos nesta Universidade. Atual Presidente do Comitê Brasileiro Pierre de Coubertin.
Luis Carlos Enck
Diretor Técnico e Superintendente da Fundação Tênis, entidade de atuação consolidada no desenvolvimento social e psicopedagógico de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social por meio da prática do tênis. Dispõe atualmente de sete núcleos de atividades, sendo seis no estado do RS e um em SP.

PROGRAMAÇÃO
20 de outubro – Segunda-feira
Conceitos Iniciais
Tempo livre, ócio e lazer na juventude
A emergência do Terceiro Setor
Direito, Cidadania, Políticas Públicas e Responsabilidade Social
21 de outubro – Terça-feira
Esporte, Lazer e Tempo livre na juventude
Esporte e juventude: perspectiva historiográfica
Usos políticos do esporte no contexto social brasileiro
Jovens carentes, mito das classes perigosas e o salvacionismo através do esporte
Esporte e organismos internacionais: financiamento; globalização de praticas e saberes Esporte e mídia: estratégias de conscientização através do esporte (vídeos)
Apresentação de Cases
22 de outubro – Quarta-feira
Professor Convidado: Nelson Schneider Todt - “Contribuições pedagógicas do esporte: a experiência de implementação da pedagogia olímpica em projetos sociais esportivos”
Projetos Sociais: Elaboração, Execução e Gestão
23 de outubro – Quinta-feira
Avaliação e Monitoramento
Avaliação como instrumento de gestão
Monitoramento: trabalhando com indicadores sociais
Avaliação de Resultados: Métodos de Coleta de Dados, Questionários, Entrevistas e Grupos Focais
Avaliação de Resultado e de Impacto
Professor Convidado: Luis Carlos Enck – Case Fundação Tênis: “Implementação de ferramentas de gestão”
24 de outubro – Sexta-feira
Apresentação de Cases e Oficina

RELEVÂNCIA
No Brasil, em especial nas últimas décadas, evidencia-se a proliferação de inúmeros projetos sociais destinados à juventude em situação de carência e/ou vulnerabilidade social. Muitos destes projetos buscam promover práticas de esporte e lazer como forma de ocupar o tempo livre destes jovens, promover a cidadania e inclusão social. Neste curso serão discutidos diversos aspectos implicados na elaboração, execução e gestão de projetos sociais de esporte, oferecendo-se subsídios teóricos e práticos que possam constituir-se em alternativa ao enfrentamento dos inúmeros desafios que se impõe no cotidiano dos profissionais que atuam neste setor.

OBJETIVO GERAL
Fornecer subsídios teóricos e técnicos a fim de qualificar a elaboração, execução e avaliação de projetos sociais na área do tempo livre, tornando-os mais efetivos e eficazes na promoção do desenvolvimento psicossocial de crianças e adolescentes.
PÚBLICO ALVO
Profissionais e estudantes de diferentes áreas que atuam ou pretendem atuar em projetos sociais voltados ao tempo livre tendo em vista o desenvolvimento psicossocial de crianças e adolescentes.

INVESTIMENTO
Estudantes: R$ 50,00
Profissionais: R$ 80,00

CARGA HORÁRIA
O curso será ministrado em cinco encontros, perfazendo um total de 15 horas aula.
Vagas Limitadas
Maiores Informações: (51) 3308 5239 gppc@ufrgs.br

CERTIFICADO
Será fornecido certificado aos participantes com índice de presença não inferior a 75%.

AVALIAÇÃO
Ao final do curso, como forma de avaliação e de aplicação dos conteúdos abordados, os participantes poderão realizar uma oficina sobre elaboração e/ou gestão de projetos sociais .

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Apresentar e discutir os conceitos de tempo livre, ócio, lazer, esporte;
Discutir ações voltadas ao desenvolvimento psicossocial dos jovens a partir do uso adequado do tempo livre;
Abordar o esporte a partir de uma perspectiva historiográfica, propiciando uma compreensão contextual de sua utilização no âmbito dos projetos sociais;
Apresentar as etapas de elaboração, execução e avaliação de projetos sociais e discutir sua importância em prol do aprimoramento e da qualificação da intervenção;
Discutir cases e pesquisas de avaliação de impacto e resultados de projetos sociais destinados à juventude.

domingo, 21 de setembro de 2008

Para vencer o preconceito
Embora não sejam obrigadas por lei instituições privadas buscam ter uma estrutura para atender adequadamente o direito de alunos especiais à educação

A dificuldade de locomoção, em virtude de uma paralisia cerebral provocada por uma infecção contraída no hospital, não foi a principal barreira que os gêmeos Guilherme e Gabriel Lubianca, de cinco anos, precisaram enfrentar para poder estudar. O maior desafio foi passar por cima do preconceito.Amãe dos meninos, a médica Luciane Lubianca, tentou matriculá-los em um escola privada da Capital no ano passado. Tudo ia bem até os coordenadores da instituição verem os meninos, que andam com a ajuda de próteses e andadores.– De uma hora para outra tudo mudou. Me colocaram numa outra sala e me aconselharam a esperar mais uma pouco. Eu vi nos olhos deles o preconceito. Foi horrível – lamenta.
Guilherme e Gabriel hoje estudam na Amigos do Verde, no bairro Higienópolis, uma escola que abriu as portas para as pessoas especiais e que vem tendo resultados surpreendentes com o desenvolvimento de todos os alunos, principalmente os considerados normais, pela possibilidade de conviver com a diferença.
Apesar de a Constituição garantir o acesso à educação para os portadores de deficiências, preferencialmente no ensino regular, muitas escolas ainda permanecem à margem do processo de inclusão.
O presidente do Sindicato dos Estabelecimento do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinepe), Osvino Toillier, reitera que não existe lei que obrigue o atendimento, mas que o número de instituições que passaram a incluir esses alunos cresce ano a ano.– São poucas que ainda resistem. O que precisam entender é que não é possível atender todas as deficiências. Existem situações em que realmente não há como – aponta.Além dos alunos se adaptarem à escola, o desafio da inclusão exige que a escola se adapte às crianças especiais.
Ana Isabel Lima Ramos, coordenadora pedagógica do Ensino Infantil da Escola Projeto, que atende portadores de deficiência, afirma que as modificações estruturais são a parte mais fácil. Difícil é mudar a cabeça dos professores e a concepção de ensino.– A inclusão só no discurso e não na prática prejudica a todos. Muito pais não entendem que para certos tipos de deficiências, o melhor caminho para o desenvolvimento ainda são clínicas e escolas especiais. É preciso conhecer as realidades de cada um para que todos saiam ganhando – aponta.
Cristiane, mãe da pequena Bianca Sardin Padilla de Oliveira, seis anos, aluna da Amigos do Verde, também teve de fazer uma maratona para achar a escola certa para a filha. A professora universitária conta que uma das escolas visitadas não quis nem ver a menina.– Eles olharam só os exames médicos e descartaram na hora. Eles nem tentaram – lamenta.
Bianca, Gabriel e Guilherme são destaques nas suas respectivas turmas e ajudam a ensinar colegas, professores e pais tanto quanto eles são ajudados.– Eles fizeram reuniões no início do ano e nos explicaram que escola estava abrindo para a inclusão. É bom ver que meu filho não tem preconceito. Ele ajuda o colega que precisa. É ótimo para ele e para nós também – elogia Kalinca Kulpa, mãe do Gabriel, quatro anos.
Fonte: ZH, 16 de setembro de 2008.
INCLUSÃO DE DEFICIENTES
Lei permite várias interpretações
Falta de clareza gera jogo de empurra no ensino regular

Além do preconceito, pais de crianças portadoras de deficiência precisam passar por cima das várias interpretações das legislações para garantir o acesso dos filhos ao ensino regular.Para as associações e entidades representativas das pessoas com necessidades especiais, as leis são claras e obrigam que qualquer rede de ensino atenda os deficientes. Mas sindicatos das escolas e parte do Ministério Público entendem que não há como obrigar a inclusão no setor privado, sendo dever do serviço público.
Na edição de ontem, Zero Hora mostrou a dificuldade de duas mães para conseguir matricular seus filhos em escolas particulares. Essa situação indignou as entidades ligadas aos portadores de deficiência.– Toda escola faz avaliação. O problema é quando essa avaliação é desenvolvida sem critérios – destaca Alex Garcia, presidente da Associação Gaúcha de Pais e Amigos de Surdocegos e Multideficientes.
Decreto salienta política nacional para deficientes. A Constituição garante o acesso à educação e aponta que isso deve ocorrer prioritariamente no ensino regular. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação referenda esse mesmo artigo e não avança no sentido da regulação.Esse caminho foi tomado por um decreto federal, de 1999, que trata da política nacional para pessoas com deficiência. O texto aponta a matrícula compulsória em estabelecimentos públicos e particulares de pessoas capazes de se integrar à rede regular.
Segundo o presidente da Federação Rio-Grandense de Entidades de Deficientes Físicos, Tarcízio Cardoso, as escolas públicas precisam cumprir a lei, sob pena de perder recursos federais.– Atingir o ensino privado ainda é uma questão de tempo.
Com a inclusão cada vez maior, o Estado e os municípios não terão condições de atender sozinhos e deverão comprar vagas no setor privado – declara.A promotora da Infância e Juventude Synara Buttelli afirma, no entanto, que não há como cobrar a obrigatoriedade no segmento particular.– O que vai ocorrer no futuro é a compra de vagas, como ocorre hoje com os leitos de hospitais – explica.O presidente do Sindicato dos Estabelecimentos do Ensino Privado do RS (Sinepe), Osvino Toillier, aponta que o bom senso é a melhor alternativa.– Há casos em que não é possível atender. O ideal é uma boa conversa para solucionar os problemas – salienta.

O que dizem as leis

> Três legislações regem o acesso de deficientes à educação. Embora garantam a oportunidade, nenhuma obriga as instituições de ensino privado a matricular alunos.

> A questão já chegou à Justiça, que normalmente orienta as escolas, principalmente as públicas, a atenderem o artigo 208 da Constituição que garante o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.

> A Lei de Diretrizes e Bases da Educação e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) também consagram os princípios da Constituição, mas não obrigam a oferta do serviço.
Fonte: ZH, 17 de setembro de 2008.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

GRUPO DE ESTUDOS:

TEMA:

"Aspectos cognitivos das pessoas com Deficiência Mental"

Público alvo: Pedagogos, estudantes de Pedagogia, professores e áreas afins.


Coordenação: Elisa Kern – Psicóloga; Especialista em Psicologia Clínica, Escolar, e no Atendimento de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais; professora da Faculdade de Educação da PUCRS; Mestre em Serviço Social.

Horário: quarta –feira, 16:45 às 18:00

Número de participantes: máximo 10.

Início: 17 de setembro de 2008

Duração: setembro a dezembro de 2008

Investimento: R$40,00 ao mês para estudantes R$60,00 para profissionais

Local: Espaço Merkabah

Endereço: Rua Monteiro Lobato, 443, Partenon, fone: (51) 3779-7266.
Celular/Elisa: (51) 9242-5841

e-mail: ekern@pucrs.br

Brasil: Novas tecnologias revolucionam dia-a-dia de deficientes

Não é apenas no esporte que os deficientes superam limites. No dia-a-dia, eles podem usar a tecnologia para ser cada vez mais independentes.

Reportagem de Fernanda Bak.

Assista vídeo:



http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=102829&CNL=20

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Gabriela e Valentina





Os desafios da maternidade para uma jovem com Síndrome de Down, que deu à luz uma criança sem deficiência.


No quadro Fala Sério da Tv Sentidos, uma crônica sobre sexualidade.
Clique aqui para ver o vídeo:
http://sentidos.uol.com.br/avape/mostra_bloco.asp?bl=3




O programa Sentidos mostra ações sociais realizadas por pessoas que trabalham a favor de um país mais justo, inclusivo e que não esperam somente por iniciativas do poder público, mas se juntam para buscar qualidade de vida e diminuir as diferenças. Produzido pelo núcleo de tv da AVAPE - Associação para Valorização e Promoção de Excepcionais em parceria com o Canal Net Cidade, da operadora de TV a cabo NET, o programa Sentidos também destaca as atividades das pessoas com deficiência nas áreas de lazer, educação, cultura, saúde, esporte e trabalho.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008


Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

“Ainda sob os efeitos da histórica votação do Primeiro Turno da ratificação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, o Instituto Meta Social, da campanha Ser Diferente é Normal, do qual sou colaboradora voluntária, teve uma audiência ontem à tarde com o Ministro da Saúde José Gomes Temporão, que anunciou um pacote de medidas para a inclusão da saúde da pessoa com deficiência na informação produzida pelo Ministério.Caderneta da CriançaGraças às gestões feitas pelo Instituto e à intermediação de Jack Corrêa e Tatiana dos Mares Guia, pais de Augusto e Guilherme, o Ministério da Saúde passará a publicar, a partir do próximo ano, na Caderneta da Criança, a curva de crescimento para crianças com síndrome de Down, informações sobre diagnóstico precoce de autismo, entre outras inovações. Anualmente são produzidas 3 milhões de cadernetas, entregues aos pais nos Postos de Saúde na primeira vacinação da criança em todo Brasil.

A maioria das crianças com síndrome de Down tem um padrão de crescimento diferenciado, sendo, em geral, menores em estatura e peso do que as crianças sem a síndrome. Desconhecendo esta peculiaridade, muitas mães, pais e mesmo profissionais de saúde que se guiam pelas curvas de crescimento padrão para meninos e meninas que hoje constam na caderneta são levados a acreditar que o crescimento da criança está comprometido.

As informações sobre os primeiros sinais de transtorno do espectro autista permitirão que os pais e profissionais que acompanham a criança identifiquem possíveis sinais de autismo, possibilitando a procura de intervenção mais cedo, o que contribuirá para o melhor desenvolvimento da criança.Parto Humanizado e NascimentoOutra antiga demanda do movimento Down diz respeito à forma como a notícia do diagnóstico do bebê recém nascido é dada à família. Por falta de preparo dos profissionais de saúde, a novidade costuma ser comunicada de forma inapropriada, levando a traumas que podem comprometer a inclusão da criança na família e até o seu desenvolvimento.

Essa questão será abordada no manual do Parto Humanizado e Nascimento, a ser distribuído para os profissionais do Sistema SUS. Na mesma publicação serão incluídos os cuidados com a gestante com diferentes tipos de deficiência. Segundo Adson França, Diretor do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério, no curso de Medicina os estudantes não recebem orientação sobre, por exemplo, como fazer um exame ginecológico numa paciente paraplégica. As informações contidas no manual virão a sanar esse tipo de situação.Programa Saúde da Família

O Ministro Temporão anunciou também que o Manual para profissionais do Programa Saúde da Família passará a incorporar conteúdos relacionados aos diversos tipos de deficiência, e que a Pessoa com Deficiência será incluída no Pacto pela Saúde, um entendimento de gestão entre as três esferas de governo - federal, estadual e municipal para maior eficiência e qualidade no sistema SUS.Além do Ministro Temporão, participaram da reunião o Secretário de Atenção à Saíde, José Carvalho Noronha, o Presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dioclécio Campos Jr e a Coordenadora Geral do Instituto Meta Social, Helena Werneck.
Azul

Na ocasião, Helena Werneck, apresentou ao Ministro o novo filme da campanha Ser Diferente é Normal, Azul, produzido pela Giovanni FCB, que está sendo veiculado em várias emissoras.
No filme, a personagem, que tem síndrome de Down, vai mudando de cor para fugir dos olhares (curiosos, discriminadores, surpresos, atravessados, reprovadores?), que as pessoas que fogem ao padrão de normalidade recebem no dia-a-dia, até que decide assumir a própria coloração e esperar que os outros a aceitem como ela é. Afinal, pensa, é só uma questão de tempo...
Avanço
Muito importante frisar que não se tratam de publicações especiais, mas sim da incorporação das peculiaridades do segmento às orientações publicadas pelo Ministério sobre a saúde de todos os brasileiros.É a efetiva inclusão das pessoas com deficiência na área da saúde, uma segunda vitória, acompanhando os ventos da Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência.”
Patricia AlmeidaCoordenadora Agência InclusiveCoordenadora DF Instituto Meta Social

domingo, 31 de agosto de 2008

III Encontro Nacional do CONBRASDIII Congresso MERCOSUL sobre Altas Habilidades/ Superdotação
VI Encontro Estadual Repensando a Inteligência, as altas Habilidades/ Superdotação nas diferentes áreas do Saber/Fazer
II Congresso de Jovens com Altas Habilidades/Superdotação
Local: Hotel Laje de Pedra – Canela/RS
Dias: 19 a 21 de novembro de 2008I Capacitação em Altas Habilidades/Superdotação para as secretarias municiais e estaduais de Educação
Local: Hotel Laje de Pedra – Canela/RS
Dias: 17 a 21 de novembro de 2008
Maiores informações:Site: http://www.conbrasd.com.br/encontro2008/

CONFIRA ESTE SITE:

http://www.culturainfancia.com.br/portal/index.php
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Crianças portadoras de má formação lábio-palatal têm desde maio o Hospital da Criança Conceição (HCC) como nova unidade de referência. O serviço atenderá usuários com idades entre zero e oito anos em cirurgia plástica e buco-maxilo-facial, odontologia, psicologia, nutrição, fonoaudiologia, pedagogia, terapia ocupacional, serviço social e ortodontia.

Para o atendimento, a família deve inscrever o paciente na Secretaria de Saúde do município onde reside, com encaminhamento feito por profissional do Sistema Único de Saúde (SUS).
A secretaria municipal inscreverá o usuário junto à Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) que, por sua vez, irá agendar junto à unidade HCC e fornecer data e horário da primeira consulta. Há cerca de seis anos, o Rio Grande do Sul vinha contando para esse atendimento com a Fundação para Reabilitação das Deformidades Crânio-Faciais (Fundef) do Hospital Bruno Born, em Lajeado, referência em fissura lábio-palatal para os usuários do SUS. Antes disso, os pacientes eram encaminhados ao Hospital de Bauru, em São Paulo.

Agora, o serviço do HCC será referência para a Macrorregião Metropolitana, que compreende os municípios pertencentes às 1ª, 2ª e 18ª CRSs, e Macrorregião Sul, que engloba as 3ª e 7ª CRSs.
Os usuários do SUS que necessitarem desse procedimento poderão se informar na CRS de sua jurisdição.

A Secretaria Estadual da Saúde (SES/RS) já está agendando pacientes. Embora o HCC já fosse habilitado pelo Ministério da Saúde e pelos gestores estadual e municipal, somente agora, após a realização de obras físicas no hospital e contratação de recursos humanos, é que tem início o atendimento à população referenciada.

A disponibilização desse serviço se enquadra na Regionalização da Saúde, trazendo o atendimento para mais perto da população. A cada 955 nascidos vivos no Rio Grande do Sul, um apresenta má formação lábio-palatal.

Maria Regina MoraesFone: (51) 3288-5823/5822