domingo, 3 de agosto de 2008
sábado, 2 de agosto de 2008
INTERESSE PÚBLICO/SAÚDE REPASSANDO!
A Ampla está buscando 125 crianças que tenham seqüelas como: lábio-leporino e fenda palatina para realizar gratuitamente a cirurgia de reparação.
Se você conhece alguém que tenha alguma dessas deficiências, por favor,informe o
telefone da Ampla (21) 2562-2822 ou
o site http://www.operacaosorriso.org.br/
A Ampla está buscando 125 crianças que tenham seqüelas como: lábio-leporino e fenda palatina para realizar gratuitamente a cirurgia de reparação.
Se você conhece alguém que tenha alguma dessas deficiências, por favor,informe o
telefone da Ampla (21) 2562-2822 ou
o site http://www.operacaosorriso.org.br/
quarta-feira, 30 de julho de 2008
FALTA DE TEMPO
Existem inverdades que se tornam sagradas. Quanto mais indemonstráveis, mais persistentes e repetidas. É clichê dizer que vivemos uma época em que falta tempo para tudo. Jornalistas, por exemplo, adoram justificar isto e aquilo com o argumento da falta de tempo. Faltaria, por exemplo, tempo aos leitores. Nada mais falso. Estamos na era do tempo livre. Nunca se teve tanto tempo disponível.
No começo do século XX, ainda se trabalhava uma média de 16 horas por dia, seis a sete dias por semana. Hoje, a média oficial é de oito horas. Em alguns países, como a França, com acertos e erros, já se experimenta a semana de 35 horas de trabalho. Muitas categorias ou indivíduos têm dois dias de folga semanais.Não existiam eletrodomésticos como agora. As tarefas da casa exigiam de cada mulher jornadas inteiras. Lavava-se roupa no tanque ou no arroio, cozinhava-se em fogão à lenha, passava-se com ferro a carvão. Tudo era manual. Lembro-me de que minha avó e minha mãe, não faz tanto tempo assim, começavam as lides domésticas pelas 7 horas da manhã e só paravam um pouco lá pelas 3 horas da tarde. Depois de um breve descanso, começava o segundo turno e lá iam elas pela noite. As famílias eram numerosas, com elevadas taxas de natalidade. Os homens faziam longas jornadas de trabalho e, chegando em casa ao anoitecer, continuavam na labuta. A iluminação era deficiente e dormia-se cedo. Não sobrava tempo algum.
Hoje, já a partir da classe média baixa, máquinas de lavar e de secar, aspiradores de pó, microondas e outros aparelhos diminuem o tempo empregado nas tarefas manuais. Muita gente nem sabe o que fazer com tanto tempo livre e se deprime. Existem mais oportunidades de lazer. O problema não é a falta de tempo, mas a escolha do que fazer. Não estamos na era da falta de tempo, mas no apogeu do tempo livre.
Dentro de algumas décadas, podem apostar, haverá rodízio de trabalhadores, cada um dedicando ao ganha-pão meio turno diário. É certo que boa parte da humanidade ainda trabalha tanto quanto antigamente e pelas mesmas migalhas, tendo ainda de amargar horas de engarrafamento ou longos deslocamentos. Não é, porém, dessa parte que se fala quando se reclama da falta de tempo. É daquela fatia que pode escolher.
Dizem que se lê menos por falta de tempo. Balela. Quem gosta de ler, prioriza a leitura, livrando-se mais rapidamente de outras tarefas. O problema da leitura não é a falta de tempo. É falta de gosto pela leitura. Ninguém é obrigado a passar sete horas por dia na frente da televisão ou outras tantas no Orkut, no MSN ou navegando de um site a outro na Internet. É considerável o número de pessoas que sofre de síndrome de fim de semana, a doença de quem não sabe ficar em casa com tanto tempo livre.
A prova de que não falta tempo é a audiência de programas idiotas como 'Faustão' e de quase tudo o que passa na TV. Se houvesse falta de tempo, uma rede de televisão não exibiria cinco novelas por dia com sucesso. Na época dos congelados e do teletudo, o excesso de tempo enche os consultórios dos psicanalistas. Sobra tanto tempo que alguns assumem atividades supérfluas em demasia a ponto de não sobrar tempo para nada.
A falta de tempo é uma ilusão dos desocupados. Ou um truque de executivos para valorizar os altos salários que recebem pelo pouco que fazem.
Juremir Machado da Silva
Fonte - Correio do Povo, 30 de julho de 2008.
juremir@correiodopovo.com.br
Atendimento gratuíto Hospital de Clínicas
O Hospital de Clínicas de Porto Alegre oferece atendimento, no Ambulatório de Interação Pais-bebês, a crianças de até três anos que apresentem problemas como distúrbios alimentares e de sono, choro excessivo ou doenças freqüentes.
Interessados devem procurar o posto de saúde mais próximo de sua residência e solicitar marcação de consulta na agenda denominada Psiquiatria Infantil 0 a 3 do Hospital de Clínicas.
Os atendimentos são prestados pelo SUS.
Fonte: ZH de 26.07.08
Nadia Browning

A comunicação aumentativa e alternativa e inclusão escolar - As experiências canadense e brasileira foram postas em debate, no dia 28 de julho de 2008, no auditório da FACED/UFRGS, em Porto Alegre, pela terapeuta ocupacional do Thames Valley Children's Center, em Ontario, Canadá, e Rita Bersch, fisioterapeuta e diretora do CEDI, mestranda do PGDesign, UFRGS, e membro do Comitê de Ajudas Técnicas da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.
Durante dos dias um grupo variado de profissionais de educação e saúde participou de uma grande troca de experiências, cujo assunto principal girava em torno da comunicação aumentativa e alternativa, mas não ficou restrito tão somente aos aspectos técnicos do tema, mas ampliava-se para estratégias de ensinagem, estilos de aprendizagem, dificuldades de implementação, sucessos e alegrias do trabalho, e como não podia deixar de ser pela questão da inclusão permeando todas as discussões.
domingo, 27 de julho de 2008
Entre iguais e diferentes
Às vezes eles me fazem rir; noutras, me emocionar; muitas vezes, pensar...
Uma aula, um bate papo virtual...
Ele, Ju...alegre, dócil, talentoso, mãos habilidosas, exímio dançarino, meiguice em pessoa, síndrome de down.
Conversa vai, conversa vem...eis que a professora chama para conversar um aluno...
Do outro lado, um menino de mesma síndrome.Jú olha para a tela...seus olhos se iluminam , sua boca se abre num largo sorriso, ele exclama como se estivesse diante de um espelho:_ Ele é igual eu!!!
Ô conversa animada! Dispensa até a apresentação, parece se conhecerem de longa data, muita coisa pra contar, muito por dividir...Uma identificação fisionômica... Mas não só. Talvez de sentimentos, de emoções...Talvez ele descubra que entre tantas pessoas, exista mais um com dificuldades, alegrias, frustrações, desejos, angústias semelhantes às suas.
Esse fato me fez pensar sobre a necessidade de identificação com nossos pares. O outro constrói a minha subjetividade, e muitas vezes, temos no outro o reflexo de nossa própria imagem, daí a necessidade de aproximação com nossos semelhantes. Necessitamos dessa convivência, desse (re)conhecimento.
Por outro lado, mesmo estes iguais são, sob um outro foco, totalmente desiguais.
De modo geral é comum termos uma idéia equivocada de que entre pessoas com deficiência intelectual existe uma universalidade de características comuns à todos, como se todo autista ou síndrome de down fosse exatamente igual à todos em condição semelhante, negando-se a substancialidade destes sujeitos. Não temos todos especificidades? Não somos todos diferentes uns dos outros? Por que com eles seria diferente? A deficiência é uma característica da pessoa, não a própria pessoa.
No entanto, reconhecer-se, identificar-se, ter necessidade da convivência com nossos iguais não significa isolar-se, segregar-se, excluir-se ou excluir.
Conceitos inseparáveis, igualdade e diferença parecem andar sempre juntas. Inclusão e exclusão também. Uma só existe em função da outra. Se tanto apregoamos a tal da inclusão é porque de fato ela ainda não existe, porque ainda existe preconceito, resistência à mudança, exclusão.
Na mesma proporção, necessitamos do convívio com nossos iguais e com nossos diferentes.
Do convívio com as pessoas surgem afinidades e discrepâncias, sendo ambas importantes para a formação do todo humano que somos. Entre iguais aprendemos a nos reconhecer; entre diferentes, a nos respeitar.
Postado por Profe Elis, em seu blog. Visite!
http://www.sobreeducacao.blogspot.com/
Uma aula, um bate papo virtual...
Ele, Ju...alegre, dócil, talentoso, mãos habilidosas, exímio dançarino, meiguice em pessoa, síndrome de down.
Conversa vai, conversa vem...eis que a professora chama para conversar um aluno...
Do outro lado, um menino de mesma síndrome.Jú olha para a tela...seus olhos se iluminam , sua boca se abre num largo sorriso, ele exclama como se estivesse diante de um espelho:_ Ele é igual eu!!!
Ô conversa animada! Dispensa até a apresentação, parece se conhecerem de longa data, muita coisa pra contar, muito por dividir...Uma identificação fisionômica... Mas não só. Talvez de sentimentos, de emoções...Talvez ele descubra que entre tantas pessoas, exista mais um com dificuldades, alegrias, frustrações, desejos, angústias semelhantes às suas.
Esse fato me fez pensar sobre a necessidade de identificação com nossos pares. O outro constrói a minha subjetividade, e muitas vezes, temos no outro o reflexo de nossa própria imagem, daí a necessidade de aproximação com nossos semelhantes. Necessitamos dessa convivência, desse (re)conhecimento.
Por outro lado, mesmo estes iguais são, sob um outro foco, totalmente desiguais.
De modo geral é comum termos uma idéia equivocada de que entre pessoas com deficiência intelectual existe uma universalidade de características comuns à todos, como se todo autista ou síndrome de down fosse exatamente igual à todos em condição semelhante, negando-se a substancialidade destes sujeitos. Não temos todos especificidades? Não somos todos diferentes uns dos outros? Por que com eles seria diferente? A deficiência é uma característica da pessoa, não a própria pessoa.
No entanto, reconhecer-se, identificar-se, ter necessidade da convivência com nossos iguais não significa isolar-se, segregar-se, excluir-se ou excluir.
Conceitos inseparáveis, igualdade e diferença parecem andar sempre juntas. Inclusão e exclusão também. Uma só existe em função da outra. Se tanto apregoamos a tal da inclusão é porque de fato ela ainda não existe, porque ainda existe preconceito, resistência à mudança, exclusão.
Na mesma proporção, necessitamos do convívio com nossos iguais e com nossos diferentes.
Do convívio com as pessoas surgem afinidades e discrepâncias, sendo ambas importantes para a formação do todo humano que somos. Entre iguais aprendemos a nos reconhecer; entre diferentes, a nos respeitar.
Postado por Profe Elis, em seu blog. Visite!
http://www.sobreeducacao.blogspot.com/
Caixinha de memória
Pessoal, descobri este vídeo legal sobre como fazer gavetinhas de memória. É o jogo simples de memória, só que utilizando objetos concretos. Os exemplos apresentados são para usar com crianças videntes, mas pensei que pode ser uma ótima sugestão de atividade para crianças cegas, ou surdocegas.
domingo, 20 de julho de 2008
Mal se deu a inauguração do Museu Iberê Camargo e toda a escola Elyseu Paglioli já foi conferir esta grande obra artística e arquitetônica. Agendamos visitas para diversos grupos e, assim divididos, tivemos uma experiência tranquila e contando com o auxíllio de guias super atenciosos. O Museu é lindo e os alunos adoraram os amplos espaços.
Marcadores:
Escola Elyseu Paglioli,
inclusão social,
Museu Iberê Camargo
CURSOS UFRGS E CEDI
CURSO 1
GRUPO DE APROFUNDAMENTO EM COMUNICAÇÃO AUMENTATIVA E ALTERNATIVA.
Data: 28 de julho de 2008 (2ª feira) das 13h30 às 17h30.
Local: Centro Vita - Travessa Azevedo, 294 - Porto Alegre - RS
Público alvo: profissionais que já tiveram formação e trabalham atualmente com a Tecnologia Assistiva / Comunicação Alternativa.
Coordenação: Rita Bersch
Mediadora: Nadia Browning - Terapeuta Ocupacional do Thames Valley Children's Centre - Ontário - Canadá
Investimento:
R$ 85,00 para inscrições realizadas até o dia 22 de julho de 2008.
R$ 100,00 para inscrições realizadas após o dia 22 de julho de 2008.
Vagas limitadas a 30 participantes.
Promoção: CEDI - Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil
Obs.: Será emitido certificado de participação pelo CEDI - Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil
CURSO 2
A COMUNICAÇÃO AUMENTATIVA E ALTERNATIVA E INCLUSÃO ESCOLAR - EXPERIÊNCIAS CANADENSES E BRASILEIRAS EM DEBATE - NOVAS TECNOLOGIAS
Data: 28 de julho de 2008 (2ª feira) das 18h00 as 21h00
Local: Auditório 101 / FACED / UFRGS - Porto Alegre - RS
Palestrantes: Nadia Browning - Terapeuta Ocupacional do Thames Valley Children's Centre - Ontário - Canadá e Rita Bersch - Fisioterapeuta e diretora do CEDI; mestranda do PGDesign - UFRGS; membro do CAT - Comitê de Ajudas Técnicas da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República)
Investimento: CURSO GRATUITO - vagas limitadas
Promoção: UFRGS • PPGEdu / PPGIE Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação / PGDesign
Obs.: Não será emitido certificado de participação.
CURSO 3
TECNOLOGIA ASSISTIVA: COMUNICAÇÃO AUMENTATIVA E ALTERNATIVA (CAA) E ACESSO AO COMPUTADOR
Palestrante: Nadia Browning - Terapeuta Ocupacional do Thames Valley Children's Centre - Ontário - CanadáObjetivo: Divulgar e promover estratégias e recursos para ampliar as possibilidades de aprendizado de pessoas com deficiência.
Data: 3ª feira - 29/07/2008 - das 8h30min às 12h00 e 13h30 às 18h00.
Local: Anfiteatro 200 da Escola de Engenharia da UFRGS - Prédio Novo - Av. Oswaldo Aranha, 99 - 2º andar - Porto Alegre - RS.
Público alvo: Professores, terapeutas, engenheiros, designers, acadêmicos, usuários de tecnologia assistiva e seus familiares, e comunidade em geral.
Programa:
O que é Tecnologia Assistiva - Conceito geral, classificação e organização de serviços.
O que é CAA?
Quem faz uso da CAA - Objetivos de intervenção?
Considerações importantes na organização do trabalho.
Avaliação do aluno.
Como projetar um recurso de CAA?
Como iniciar um trabalho com CAA?
Tipos de recursos (alta e baixa tecnologia).
CAA na escola.
Recursos de acessibilidade ao computador. Avaliação e considerações importantes na seleção do recurso apropriado.
Demonstração vídeos com discussão de casos.
Investimento:
R$ 80,00 para inscrições realizadas até o dia 22 de julho de 2008.
R$ 95,00 para inscrições realizadas após o dia 22 de julho de 2008.
R$ 50,00 para alunos e professores da UFRGS.
Vagas limitadas.
Promoção: UFRGS • PPGEdu / PPGIE Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação / PGDesign
Obs.: Certificado de Participação emitido pela UFRGS - Atividade de Extensão de 8 horas. Os inscritos deste curso deverão preencher no formulário de inscrição abaixo os campos "RG", "CPF" e "Filiação / nome da mãe":
INFORMAÇÃO: TODOS OS CURSOS SERÃO MINISTRADOS EM PORTUGUÊS.
Inscrições on line no endereço abaixo:
http://www.cedionline.com.br/cursos.html
GRUPO DE APROFUNDAMENTO EM COMUNICAÇÃO AUMENTATIVA E ALTERNATIVA.
Data: 28 de julho de 2008 (2ª feira) das 13h30 às 17h30.
Local: Centro Vita - Travessa Azevedo, 294 - Porto Alegre - RS
Público alvo: profissionais que já tiveram formação e trabalham atualmente com a Tecnologia Assistiva / Comunicação Alternativa.
Coordenação: Rita Bersch
Mediadora: Nadia Browning - Terapeuta Ocupacional do Thames Valley Children's Centre - Ontário - Canadá
Investimento:
R$ 85,00 para inscrições realizadas até o dia 22 de julho de 2008.
R$ 100,00 para inscrições realizadas após o dia 22 de julho de 2008.
Vagas limitadas a 30 participantes.
Promoção: CEDI - Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil
Obs.: Será emitido certificado de participação pelo CEDI - Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil
CURSO 2
A COMUNICAÇÃO AUMENTATIVA E ALTERNATIVA E INCLUSÃO ESCOLAR - EXPERIÊNCIAS CANADENSES E BRASILEIRAS EM DEBATE - NOVAS TECNOLOGIAS
Data: 28 de julho de 2008 (2ª feira) das 18h00 as 21h00
Local: Auditório 101 / FACED / UFRGS - Porto Alegre - RS
Palestrantes: Nadia Browning - Terapeuta Ocupacional do Thames Valley Children's Centre - Ontário - Canadá e Rita Bersch - Fisioterapeuta e diretora do CEDI; mestranda do PGDesign - UFRGS; membro do CAT - Comitê de Ajudas Técnicas da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República)
Investimento: CURSO GRATUITO - vagas limitadas
Promoção: UFRGS • PPGEdu / PPGIE Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação / PGDesign
Obs.: Não será emitido certificado de participação.
CURSO 3
TECNOLOGIA ASSISTIVA: COMUNICAÇÃO AUMENTATIVA E ALTERNATIVA (CAA) E ACESSO AO COMPUTADOR
Palestrante: Nadia Browning - Terapeuta Ocupacional do Thames Valley Children's Centre - Ontário - CanadáObjetivo: Divulgar e promover estratégias e recursos para ampliar as possibilidades de aprendizado de pessoas com deficiência.
Data: 3ª feira - 29/07/2008 - das 8h30min às 12h00 e 13h30 às 18h00.
Local: Anfiteatro 200 da Escola de Engenharia da UFRGS - Prédio Novo - Av. Oswaldo Aranha, 99 - 2º andar - Porto Alegre - RS.
Público alvo: Professores, terapeutas, engenheiros, designers, acadêmicos, usuários de tecnologia assistiva e seus familiares, e comunidade em geral.
Programa:
O que é Tecnologia Assistiva - Conceito geral, classificação e organização de serviços.
O que é CAA?
Quem faz uso da CAA - Objetivos de intervenção?
Considerações importantes na organização do trabalho.
Avaliação do aluno.
Como projetar um recurso de CAA?
Como iniciar um trabalho com CAA?
Tipos de recursos (alta e baixa tecnologia).
CAA na escola.
Recursos de acessibilidade ao computador. Avaliação e considerações importantes na seleção do recurso apropriado.
Demonstração vídeos com discussão de casos.
Investimento:
R$ 80,00 para inscrições realizadas até o dia 22 de julho de 2008.
R$ 95,00 para inscrições realizadas após o dia 22 de julho de 2008.
R$ 50,00 para alunos e professores da UFRGS.
Vagas limitadas.
Promoção: UFRGS • PPGEdu / PPGIE Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação / PGDesign
Obs.: Certificado de Participação emitido pela UFRGS - Atividade de Extensão de 8 horas. Os inscritos deste curso deverão preencher no formulário de inscrição abaixo os campos "RG", "CPF" e "Filiação / nome da mãe":
INFORMAÇÃO: TODOS OS CURSOS SERÃO MINISTRADOS EM PORTUGUÊS.
Inscrições on line no endereço abaixo:
http://www.cedionline.com.br/cursos.html
Marcadores:
Acessibilidade,
CAA,
Informática na Educação,
tecnologias assistivas
Olimpiada do Conhecimento/SENAI
Informamos que a UNEPE - Unidade de Negócios em Projetos Especiais,está operacionalizando as ações que irão acontecer no espaço reservado da "Mostra do Programa SENAI de Ações Inclusivas " na Olimpíada do Conhecimento que acontecerá no Centro de Eventos FIERGS no período de 24 a 27 de julho de 2008 , no horário das 9h às 17h.
Na Mostra PSAI serão apresentados projetos e trabalhos dos DR's, que estão sendo coordenados pela Interlocutora Nacional do PSAI-DN. Os projetos definidos para representar o DR-RS, foram:
* Cadeira de Rodas - Móbile Eletronic Moviment: criada pelos alunos do Centro Tecnológico de Mecatrônica SENAI, para ajudar na locomação da pessoa com deficiência física em locais de difícil acesso com intuito de garantir a acessibilidade;
* Cadeira de Rodas "OFF ROAD": que possibilita aos cadeirantes desfrutar das emoções do ecoturismo, criado pelos docentes da EEPSENAI Automotivo de Porto Alegre, em parceria com a ONG CAMINHADORES de Porto Alegre;
* Adaptador de Comandos Inferiores em Motocicletas: dispositivo adaptado que permite a pessoa com deficiência física dirigir motocicleta, criado pelos alunos do Curso Técnico em Automobilística da EEP SENAI Automotivo de Porto Alegre;
* LIBRA LEARNING: criado pelos alunos do CentroTecnológico de Mecatrônica SENAI, para auxiliar na alfabetização de crianças com deficiência auditiva/surda da Escola Helen Keller de Caxias do Sul-RS.
Com intuito de demonstrar o potencial competitivo dos alunos com deficiência serão apresentadas as seguintes oficinas:
- Panificação: atividades desenvolvidas pelos alunos com deficiência intelectual na Área de Panificação da EEP SENAI Viscondede Mauá;
- Pátina: técnica de Pintura em Pátina desenvolvida pelos alunos com deficiência física do CEP SENAI Gustavo Copé. Será desenvolvido um mini curso, com inscrições antecipadas;
-Informática: atividades desenvolvidas pelos alunos com deficiência visual/cego do CEP SENAI Antônio Jacob Renner, utilizando o software Virtual Vision;
- Desing Gráfico: atividades desenvolvidas pelos alunos com deficiência auditiva/surdo na Área do Desing Gráfico do CEP SENAI deArtes Gráfica Henrique D'Avila Bertaso;
- Módulo Didático de Fresagem CNC: atividades desenvolvidas pelo Instrutor com deficiência física do CEP SENAI Lindolfo Collor da ÁreaMetal mecânica, utilizando o software de simulação desenvolvido pelo NIED/SENAI-RS e a Fresadora CNC desenvolvida pelos alunos no Centro Tecnológico de Mecatrônica SENAI.
Para divulgamos as Ações Inclusivas do SENAI-RS, solicitamos que as Unidades Operacionais encaminhem o convite, de preferência pessoalmente, para as instituições parceiras do Programa PNE, bem como para outros parceiros que julgarem importante participarem da Olimpíada do Conhecimento 2008. Também contamos com a habitual colaboração dos Interlocutores do PSAIn a divulgação dos convites junto à comunidade.
Atenciosamente:
Elizabete Noschang Técnica em Educação Interlocutora Regional do PSAIUNEPE - Unidade de Negócios em Projetos Especiais Departamento Regional do SENAI-RS
PARTICIPE
O primeiro dos cinco encontros do Ciclo de Debates Inclusão Escolar: Práticas e Teorias, promovido pela Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Juventude (Cece) da Câmara Municipal de Porto Alegre e o Fórum pela Inclusão Escolar, iniciou nesta segunda-feira (30/6). O evento também é promovido por representantes das escolas especiais do município, da Sala de Integração e Recursos (SIR) e da Associação dos Trabalhadores em Educação do Município de Porto Alegre (Atempa). O ciclo encerra-se em novembro.
Os debates desta segunda-feira foram coordenados pela presidenta da Cece, vereadora Sofia Cavedon (PT), que destacou que o MEC faz a critica a padronização da educação, porém tensiona com textos externos esta padronização de qualidade. Portanto, ressaltou ela, o Fórum de Inclusão escolheu a estratégia certa que é fazer o debate com todas as escolas, comuns e especiais, públicas e privadas, pois o desafio para a plena inclusão é mexer nas suas estruturas excludentes.
A professora Letícia Santetti, da SIR da Escola Municipal de Ensino Fundamental Vila Monte Cristo, explicou que a SIR é um serviço de apoio nas escolas municipais destinado a alunos com necessidades especiais de educação. Conforme ela, há 19 SIRs nas escolas do Município, que atendem 900 alunos. "A SIR desenvolve trabalho pedagógico complementar específico para que o aluno supere suas dificuldades." Letícia acrescentou que, além de trabalhar com os estudantes, o serviço busca estabelecer contatos com as famílias dos alunos.
Giovanna Westphallen, professora da Emef Chico Mendes, apresentou experiência profissional que realizou com um aluno do 2º ciclo escolar com dificuldades de aprendizagem. Disse que ao investigar as relações sociais e o relacionamento de Murilo (nome fictício do aluno) com a aprendizagem se surpreendeu positivamente. "Ele demonstrou ser social e participativo e a turma foi acolhedora ao colega diferente. Murilo não lia e quase não escrevia, mas era antenado no mundo, gostava de se desafiar, interpretava dados, opinava e contribuía." A partir de então, Giovanna decidiu trabalhar com as possibilidades do aluno e não em cima de suas deficiências. "O maior desafio está em modificar a nós mesmos", disse ela. Murilo, segundo a professora, conseguiu concluir os três ciclos de educação e hoje trabalha como padeiro.
Uma reflexão sobre a inclusão escolar dos alunos com necessidades especiais foi apresentada pela professora Zélia Farenzena. Disse que entre os desafios está a diferença de ações e conceitos nas esferas federal, estaduais e municipais. Avaliou, porém, que houve avanço do movimento de inclusão. Em Porto Alegre, ela disse que, desde 1969, vê escolas vivas e alternativas educacionais, formação continuada, inclusão escolar e educação social, com currículo dinâmico e ação educativa com teorias contemporâneas. "Inclusão é um processo complexo que envolve o pensar sobre pessoas." Zelia finalizou sua apresentação defendendo uma escola baseada no conceito da Unesco.
Presentes no encontro escolas especiais municipais e estaduais, de ensino fundamental estaduais, de ensino infantil municipais, infantis particular, da Apae, estudantes, representantes da Educação Especial da Smed, escolas de ensino fundamental privadas e comunitárias, creches comunitárias e representantes da área da saúde.
Os próximos encontros serão:
27 de agosto - Desafios do processo de inclusão escolar: educação infantil e educação de jovens e adultos
17 de setembro - Desafios do processo de inclusão escolar: assessorias
22 de outubro - Desafios do processo de inclusão escolar: escolas especiais
12 de novembro - Inclusão escolar: debates e teorias
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